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What is it?

Crowd-Ria is a prospective and strategic surveillance tool (mostly technological and commercial) whereby companies can register and share relevant information about ICT topic areas.

Based on innovative concepts such as “Crowd Sourcing” and “Gamification”, Crowd-Ria takes advantage of knowledge and information sources from the crowd, and in return rewards the interaction between companies, promoting an engagement and dynamic interaction among its users.

How does it work?

Crowd-Ria works as a “game” in which companies (crowd) have a set number of points that can be used and received according to certain actions taken on the platform (e.g. publish article, subscribe tag, among other).

Why use Crowd-Ria?

- Follow-up technological trends and global priorities of the ICT sector;
- Identify technological and commercial opportunities for ICT companies, at a national and international level;
- Attain competitive advantage through possible collaborations towards the development of unique products/services.

 
Latest Crowd-Ria Public
Universidade de Aveiro promove Workshops sobre valorização e negociação de tecnologias - 12 de junho, Aveiro
No dia 12 de junho, realiza-se o workshop sobre “Valorização de tecnologia e Patentes” com o propósito de sensibilizar os participantes para a preparação de um dossiê de tecnologia a valorizar, bem como estabelecer uma comparação entre a tecnologia a valorizar, nomeadamente as suas potenciais aplicações e as principais tecnologias concorrentes, dedicando-se ainda espaço para a caracterização do mercado.

O dia 26 de junho será dedicado ao tema “Processos de Negociação de contratos de licenciamento”, no qual serão abordados os principais benefícios de um sistema de gestão e proteção da propriedade intelectual, dotando-se ainda os participantes de conhecimento sobre quais os diferentes tipos de acordos utilizados para a transferência de tecnologia.

Estes workshops serão ministrados pela Today Patents.

A participação nos workshops é gratuita, sendo que as inscrições deverão ser formalizadas até ao dia 10 de junho, através do formulário disponível aqui. Mais informações sobre as sessões através do email uacoopera@ua.pt.

Esta iniciativa encontra-se inserida no projeto INESPO III, financiado pelo Programa Interreg V-A Espanha-Portugal (POCTEP) e é dinamizada pela Universidade de Aveiro em parceria com as Universidades da Beira Interior e de Coimbra, bem como pelo Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria (CEC/CCIC). Para além das três Universidade da Região Centro, o projeto conta ainda com a participação de quatro Universidades espanholas: Universidad de León y la Empresa; Universidad de Salamanca; Universidad de Valladolid e Universidad Pontificia de Salamanca.
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Assembleia Geral Ordinária da Inova-Ria - 28 de maio, Aveiro
Nos termos do art. 10º e nº2 do art 11º dos Estatutos, convoco todos os associados da Associação INOVA-RIA – Associação de Empresas para uma Rede de Inovação em Aveiro, para reunirem em sessão Ordinária no próximo dia 28 de maio de 2019, às 15h00 horas, no Salão Nobre do Parque de Exposições de Aveiro, sita na Rua D. Manuel Almeida, 3810-488 Aveiro, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto.1 – Análise e Votação das Contas referentes ao Exercício de 2018;
Ponto.2 - Proposta de nova Redação do Art.º 2º dos Estatutos da Inova-Ria;
Ponto.3 – Decisão relativa à admissão de novos Associados à INOVA-RIA (nº4 Artigo 4 e alínea d) Artigo 13 dos Estatutos);
Ponto.4 – Outros assuntos de interesse para a Associação.                                         
Nota: Os documentos que instruem os pontos da Ordem de Trabalho serão enviados oportunamente.             

Não se encontrando preenchido à hora marcada o requisito constante do nº 1 do art. 12º, dos Estatutos, a Assembleia reunir-se-á, nos termos do nº 2 do mesmo artigo, trinta minutos depois, no mesmo local e dia, com qualquer número de associados, sendo válidas todas as deliberações e votações.

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DevOpsDays Portugal - A conferência para quem se interessa pelo mundo das tecnologias de informação - 3 e 4 de junho, Lisboa
DevOpsDays Portugal. A 3 e 4 de junho, em Lisboa, juntam-se profissionais das áreas de desenvolvimento de software e de operações. Dois universos essenciais nas tecnologias de informação e de cuja comunicação e articulação depende o sucesso de muitos projetos e empresas. O objetivo do evento, o primeiro à escala nacional, é simples: ajudar a simplificar os processos dentro das empresas, olhando também para o que se faz no estrangeiro.

Eduardo Piairo, da comunidade de DevOps do Porto, conta ao SAPO24 como começou o DevOpsDays que terá lugar a 3 e 4 de junho, em Lisboa. "A conferência surge da vontade das duas comunidades em traduzir o trabalho que tem sido desenvolvido nas duas cidades, que é juntar pessoas, empresas e outras instituições para discutir tópicos relacionados com o tema DevOps. Em Portugal o tema só surge por volta de 2013/14, quando começou a ganhar alguma relevância. As empresas, tanto internacionais como nacionais, adotam algumas ideias que nasceram com este movimento", começa por explicar. É essa a premissa das comunidades DevOps Lisbon e DevOps Porto, que existem desde 2016, e que se juntaram para organizar, pela primeira vez, a conferência DevOps Day em Portugal.

O DevOpsDays teve início na Bélgica, em 2009, e a partir daí tem sido estendido a outros países. Quanto ao termo DevOps, este é uma junção das palavras development [desenvolvimento] e operations [operações], sendo uma prática de engenharia de software com o objetivo de unificar o desenvolvimento e a operação de software.

Mas, afinal, para que serve esta prática? "Isto [o DevOps] nasce como uma resposta, em algumas organizações, à distância que existe entre o desenvolvimento de software — tanto de produtos como de projetos — e entre as operações, ou seja, as pessoas que fazem manutenção, instalação, configuração e por aí fora. Tudo surge nas grandes empresas, porque é de facto onde existe essa distância. O movimento defende que as duas partes devem usar a mesma linguagem para facilitar a comunicação, alinhar prioridades e métodos de trabalho", refere. Mas por sua vez, explica, as startups, "por serem pequenas, já têm o movimento DevOps, digamos, de forma natural".

Nas empresas, "a melhor imagem [para se perceber o movimento] são todas as tentativas de alinhar as prioridades de forma a que o atrito entre as duas partes seja o menor possível. Ou seja, se o objetivo for entregar uma casa, vai ter de se contratar diferentes empresas, diferentes intervenientes — canalizadores, eletricistas, construtores... — e a tentativa das empresas com DevOps é alinhar todas essas partes, tentando reduzir o atrito que normalmente está associado ao processo de comunicação, à passagem de informação de um lado para o outro, de modo a acelerar a entrega". 

No fundo, "os developers desenvolvem o código e os operadores são aqueles que colocam esse código a correr nas máquinas. Ou seja, o ciclo não termina quando o código está pronto, depois é preciso manter esse código vivo de modo a que o cliente possa usar devidamente o produto", remata.

Ao longo de dois dias — 3 e 4 de junho — as instalações da EDP, em Lisboa, recebem o evento. A ideia é alternar com o Porto e outras cidades do país. O conteúdo privilegiado nesta conferência é o de experiências reais de adoção de práticas DevOps em Portugal e noutros países, de forma a "escalar o que vamos fazendo e a trazer o que está a ser feito lá fora", refere Eduardo.

"O modelo DevOps Days foi-se tornando, ao longo dos tempos, uma marca em termos de conferência. Nós escolhemos este formato porque é já uma plataforma de conhecimento e suporte. Lisboa chegou a uma maturidade em que temos já um conjunto de membros — no Porto são cerca de 1.600 e em Lisboa cerca de 3.000 — como base de apoio e faz sentido avançar. É agora!", diz.

Ao longo dos dias vão passar pelo evento vários oradores que apresentaram a sua proposta de conferência — foram submetidas 130 e escolhidas 16 —, tendo ainda dois keynote speakers convidados.

"Elegemos dois grandes temas [para o DevOpsDays]: relatórios de campo — o que as empresas estão a fazer no contexto real, como é que estão a adotar práticas, valores e orientações DevOps — e CALMS [Culture, Automation, Lean, Measurement, Sharing], que são cinco pilares do movimento DevOps e que permite fazermos sessões sobre eles; é uma vertente mais técnica da adoção do movimento", explica Eduardo Piairo.

Ainda existem bilhetes disponíveis, até dia 2 de junho, num valor de 100€, que incluem acesso a todas as conferências e ainda a alimentação no espaço — coffee breaks e almoço. A organização espera "ter entre as 200 e as 250 pessoas no evento, sendo que já foram atingidas cerca de 50% das inscrições".
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Due to its novelty factor, at this initial stage the Crowd-Ria Platform is limited to Inova-Ria associates. In case you are interested in joining, please send an email to inova-ria@inova-ria.pt. We will notify you as soon as the platform opens to a wider ICT community.

 
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